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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Visita Virtual ao CMS no CERN - 2016

No dia 24 de fevereiro de 2016, pelas 15 horas, 55 alunos e 5 professores da Escola Secundária Dr. Júlio Martins participaram, por videoconferência, numa visita virtual à experiência CMS instalada no LHC, no CERN. Nesta atividade, promovida pelo projeto Inspiring Science Education (ISE), participaram mais quatro escolas portuguesas: Escola Secundária Paços de Ferreira (Paços de Ferreira); Escola Secundária de Loulé (Faro), Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres (Quarteira); Escola Secundária Adolfo Portela (Águeda).

Ao lado está um pequeno excerto da visita. Podem ver a visita completa na página da videoconferência (ver mais abaixo).
Agradecimentos: Guias da visita ao CMS: Pedro da Silva, André David e José Carlos da Silva. Apoio logístico e técnico no CERN: Angelos Alexopoulos, Noemi Beni e Zoltan Zsillasi. Apoio na escola: Colegas, Tecnicos e Diretor.

Links:

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Visita Virtual ao CMS no CERN

CMS detector. Credit: CMS/CERN

No dia 25 de fevereiro de 2015, pelas 15 horas, 150 alunos e professores da Escola Secundária de Penafiel participaram, por videoconferência, numa visita virtual à experiência CMS instalada no LHC, no CERN.
Nesta atividade, promovida pelo projeto Open Discovery Space (ODS), participaram mais quatro escolas portuguesas: Escola Secundária Ferreira Dias (Sintra); Escola Secundária José Saramago (Mafra), Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres (Quarteira); Escola Secundária Adolfo Portela (Águeda).
ÚLTIMA HORA: Fontes do CERN revelaram que foi estabelecido novo recorde de visitas ao CMS! Foram 553 alunos!!! Parabéns a todos!

Agradecimentos:
Guias da visita ao CMS: Pedro da Silva, André David e José Carlos da Silva.
Apoio logístico e técnico no CERN: Angelos Alexopoulos, Noemi Beni e Zoltan Zsillasi.
Apoio na escola: Colegas e Diretor.
Para saber mais:

         

terça-feira, 18 de março de 2014

Visita Virtual ao CERN

O Agrupamento de Escolas de Amarante foi a primeira escola portuguesa a realizar uma visita virtual ao centro de controlo do detetor ATLAS no CERN.
O vídeo está agora disponível:

quinta-feira, 13 de março de 2014

Visita Virtual ao CERN


Os alunos do Agrupamento de Escolas de Amarante fizeram uma visita virtual ao centro de comando do detetor ATLAS no CERN. Os cientistas Bruno Lange Ramos (Robótica) e Joana Machado Miguéns (Física) prestaram as honras da casa, explicando o funcionamento do LHC, dos detetores; falaram das descobertas, das atualizações e das aplicações das tecnologias desenvolvidas pelo CERN na sociedade; responderam às questões colocadas pelos alunos quer presencialmente, quer virtualmente.
Pelo feedback obtido no final da sessão, os alunos e docentes ficaram surpreendidos pela disponibilidade dos cientistas, de como era possível vencer a barreira da distância e como é agradável aprender ciência com quem a faz todos os dias.
Todos os presentes sentiram-se satisfeitos e agradeceram no final aos cientistas do CERN.

Entretanto, poderão vê-la (com baixa qualidade) a seguir:


)

Agradecemos à direção da escola, na pessoa da diretora Dina Sanches, pela disponibilidade e aceitação deste desafio, ao João Duro (e outros) pelo apoio técnico, ao Angelos Alexopoulos e ao  Svetlana Palagina por facilitar o evento, ao Bruno e Joana pela sua disponibilidade e incansável paciência para responder às questões colocadas, e a todos os professores da escola que tornaram isto possível.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Detectadas partículas de antimatéria nas explosões solares

NASA’s SOHO spacecraft captured this image of a solar flare as it erupted from the Sun on October 28, 2003 (NASA / SOHO)
Erupção solar captada pela SOHO em 28 de outubro de 2003 (NASA / SOHO)
Associadas às tempestades magnéticas solares, as erupções solares são explosões gigantescas no Sol que enviam energia, luz e partículas em todas as direções do espaço. O seu número aumenta aproximadamente a cada 11 anos.
Quando o Universo se formou a 13,8 mil milhões de anos no evento que conhecemos como o Big Bang, existia a mesma quantidade de matéria e antimatéria. De alguma forma a matéria aniquilou a antimatéria (quando a matéria e antimatéria se encontram, aniquilam-se mutuamente), ficando apenas uma porção de matéria, o suficiente para formar estrelas, planetas e as galáxias que formam o nosso universo.
O estudo de fontes naturais de antimatéria, permitirá aos investigadores entender porque a antimatéria perdeu a batalha para a matéria nos primórdios do nosso universo.
Os positrões (pósitrons) são antipartículas de antimatéria. Os positrões, e+, e os electrões, e-, (que populam os vulgares átomos) têm o mesmo comportamento físico, excepto que os electrões têm uma carga negativa, enquanto que os positrões, como o próprio nome indica, têm uma carga positiva. Esta diferença de carga faz com que os positrões interajam de forma diferente com os campos electromagnéticos, o que o professor Gregory Fleishman, do Instituto de Tecnologia de New Jersey e seus colegas russos do Instituto de Física Solar-Terrestre usaram para distingui-los.
Para saber mais ir aqui.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Afinal, o que é o bosão de Higgs e o que é que o CERN descobriu?

O Modelo Padrão é a teoria atualmente aceite pela comunidade científica para explicar o comportamento do Universo à escala das partículas (e com consequências muito importantes noutras, incluindo à escala do Universo) e teve sucesso fazendo várias previsões confirmadas experimentalmente (nalguns casos décadas depois). Este modelo inclui o campo de Higgs, fundamental para explicar a origem da massa das partículas elementares. Se este campo existir, deve haver uma nova partícula, O bosão de Higgs, com massa, e spin/paridade 0+. O CERN descobriu uma nova partícula com características muito semelhantes às previstas. 
Este bosão de Higgs descoberto pode não ser exatamente o do Modelo Padrão e, para o saber, é necessário ligar o “forno” durante mais alguns anos, para obter mais dados. Se a corrida pelas leis fundamentais que governam o Universo for um peddy-paper, encontrámos a nova pista e, agora, é necessário estudá-la com cuidado…

Leia o artigo completo aqui.