Fica aqui a apresentação (em português) sobre as pesquisas desenvolvidas na NASA e o seu reflexo na sociedade:
terça-feira, 20 de agosto de 2013
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
HST sequência temporal
Esta imagem mostra “fatias” do Universo em diferentes momentos ao longo de sua história (presente, 4 e 11 bilhões/mil milhões de anos atrás). Cada fatia vai recuando no tempo, mostrando como os tipos de galáxias em cada era temporal.
Mais informação em astroPT.
Curiosidades de Saturno
Saturno orbita o Sol a uma distância média de 9,5 vezes a distância da Terra ao Sol. Por este facto, ele recebe perto de 100 vezes menos luz do que a Terra!
Saturno é o planeta do Sistema Solar com a menor densidade média (0,69 g/cm³). Como a densidade da água é 1 g/cm³, Saturno tem uma densidade 31% inferior à da água. Poderíamos colocar o planeta a flutuar em água.
É o planeta mais achatado do Sistema Solar. A diferença entre os diâmetros equatorial e polar é de 10%.
Saturno não é o único planeta do Sistema Solar que possui anéis, embora tenha os mais perceptíveis e que são constituídos por partículas de gelo e poeiras (o tamanho é variável, desde minúsculos grãos de poeira até vários metros).
Mais uma curiosidade...
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Google Doodle de Schrödinger
Hoje o Google celebra o 126º aniversário de Erwin Schrödinger, com este fantástico doodle.
Para saber mais sobre este assunto ir aqui.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Luz completamente parada durante um minuto
| Crédito: Adrian |
A coisa mais veloz do universo ficou parada completamente por um minuto (novo recorde). No vazio, a luz viaja aproximadamente 18 milhões de quilómetros, nesses 60 segundos – que representa mais de 20 viagens de ida e volta à lua.
“Um minuto é muito, muito longo“, diz Thomas Krauss, da Universidade de St Andrews, no Reino Unido. “Este é realmente um marco importante.”
A proeza poderia permitir comunicações quânticas seguras para trabalhar nas longas distâncias.
Artigo completo aqui.
Radiação do Corpo Negro e a Gravidade
Visualização artística da interacção entre um átomo e um corpo negro. Devido à força atrativa do corpo negro, o átomo é puxado na direcção desse corpo negro. Crédito: M. Sonnleitner, et al. ©2013 American Physical Society
Os corpos negros são objectos não reflectores perfeitos, que produzem radiação constante quando estão a uma temperatura uniforme. Assim, as propriedades de um corpo negro depende da temperatura em que este se encontra, pensando-se que esta radiação teria um efeito repulsivo. Agora num novo, os cientistas demonstraram teoricamente que a radiação do corpo negro induz uma segunda força nos átomos e moléculas que estão na sua vizinhança (próximos) que é atrativa e mais forte do que a repulsiva pressão da radiação. Consequentemente, os átomos e moléculas são puxados para a superfície do corpo negro por uma uma força que poderá ser superior à da gravidade. A nova força atractiva — que os cientistas apelidam de “força do corpo negro” — sugere que uma variedade de cenários astrofísicos sejam revisitados.
Artigo completo aqui.
Detectadas partículas de antimatéria nas explosões solares
Erupção solar captada pela SOHO em 28 de outubro de 2003 (NASA / SOHO)
Associadas às tempestades magnéticas solares, as erupções solares são explosões gigantescas no Sol que enviam energia, luz e partículas em todas as direções do espaço. O seu número aumenta aproximadamente a cada 11 anos.
Quando o Universo se formou a 13,8 mil milhões de anos no evento que conhecemos como o Big Bang, existia a mesma quantidade de matéria e antimatéria. De alguma forma a matéria aniquilou a antimatéria (quando a matéria e antimatéria se encontram, aniquilam-se mutuamente), ficando apenas uma porção de matéria, o suficiente para formar estrelas, planetas e as galáxias que formam o nosso universo.
O estudo de fontes naturais de antimatéria, permitirá aos investigadores entender porque a antimatéria perdeu a batalha para a matéria nos primórdios do nosso universo.
Os positrões (pósitrons) são antipartículas de antimatéria. Os positrões, e+, e os electrões, e-, (que populam os vulgares átomos) têm o mesmo comportamento físico, excepto que os electrões têm uma carga negativa, enquanto que os positrões, como o próprio nome indica, têm uma carga positiva. Esta diferença de carga faz com que os positrões interajam de forma diferente com os campos electromagnéticos, o que o professor Gregory Fleishman, do Instituto de Tecnologia de New Jersey e seus colegas russos do Instituto de Física Solar-Terrestre usaram para distingui-los.
Para saber mais ir aqui.
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